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Noruega: Vendas de carros eletrificados alcançam 75% do mercado

A crise imposta pelo coronavírus está afetando todos os mercados de carros pelo mundo, mas na Noruega, o efeito tem sido um pouco diferente



A crise imposta pelo coronavírus está afetando todos os mercados de carros pelo mundo, mas na Noruega, o efeito tem sido um pouco diferente. Da mesma forma que nos outros países, o reino nórdico também viu as vendas de automóveis caírem, porém, elas se acentuaram nos modelos movidos por gasolina e diesel.

Até mesmo os híbridos comuns recuaram em oferta, contudo, os eletrificados (incluindo os híbridos plug-in) simplesmente foram “esquecidos” no mercado norueguês, onde foram vendidos 9.358 unidades em março, o que representou 75,2% dos emplacamentos gerais. Mesmo com queda de 26,2% em relação à fevereiro, o segmento passou a dominar completamente as vendas no país.

Com queda de 32,2% nas vendas, a Noruega ainda segue a tendência em trocar os carros comuns por elétricos, sendo que os modelos 100% energizados responderam com 6.996 unidades, um recuo de 35,1% em comparação com 2019. Já os híbridos plug-in emplacaram 2.392 exemplares, aumento de 17,5% ante o ano passado.

Os carros diesel representaram 10,4% das vendas, sendo que os abastecidos apenas por gasolina tiveram participação de apenas 7,7%, deixando os híbridos comuns (sem recarga externa) com 6,7%. Diante disso, os noruegueses parecem não voltar aos modelos com motores de combustão interna simples.

Nos automóveis, o líder de vendas em março foi o Audi e-tron com 1.681 unidades. O Golf ficou em segundo, seguido por Nissan Leaf, Hyundai Kona e o Tesla Model 3. O SUV mais vendido foi o Mitsubishi Outlander, que ficou em sexto nas vendas gerais. Renault Zoe, BMW i3, Hyundai Ioniq e Volvo XC60 completam os 10 mais vendidos.

Já no resto da Europa, as vendas em março desabaram. Na Alemanha, os emplacamentos caíram 38% no mês passado, enquanto na Espanha, o recuo foi ainda maior: 69%. O país é o segundo mais atingido pelo Covid-19 no continente, depois da Itália, que teve uma queda vertiginosa de 85%. A França teve uma queda de 72%.

Fonte: Portal Notícias Automotivas 

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